segunda-feira, 27 de abril de 2009

Só as palavras não bastam.Tem que desenhar!


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"Estamos em um processo de recuperação de perdas. Esta recuperação será demorada, mantidos os atuais parâmetros" José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás.

"Quando aumentamos o diesel e a gasolina em maio de 2008, o barril de petróleo estava ainda bem longe dos US$ 140 a que chegou depois. E neste período não repassamos este valor. Acumulamos uma perda que ainda está sendo compensada". Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da Petrobrás.

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A Lógica Perversa da Petrobrás


A direção da Petorbrás e o governo já se revelaram desprovidos de caráter em vários momentos quando o assunto é a política de preços para o mercado interno. Desta vez, o diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa deu a entender que considera normal a discrepância nesta absurda política de gestão de preços. Sobre a possibilidade da estatal adotar maior proporção de álcool na gasolina, Costa declarou:"Se o álcool passar de 25% para 30%, perdemos este porcentual correspondente no consumo de gasolina e aí teremos que exportar mais". Até ai, tudo dentro da normalidade do mercado. O absurdo e é o que Costa afirmou logo em seguida. Segundo ele, a Petrobras venderia a gasolina no mercado internacional a preços menores que os que vem negociando no mercado interno. "Mas isso é momentâneo. Há períodos em que vendemos melhor lá fora, em outros aqui está melhor", ressaltou. (Kelly Lima, Agência Estado). Nesta caso, a população encontra-se diante de uma completa inversão de valores e direitos. Significa que o povo brasileiro tem que pagar mais caro que os extrangeiros por uma riqueza que se origina em seu próprio solo.
Costa ainda insistiu no velho argumento de que a estatal precisa se recuperar de perdas do passado. Ele voltou a comentar que a Petrobras ainda está compensando a diferença nos preços dos combustíveis no ano passado. "Quando aumentamos o diesel e a gasolina em maio de 2008, o barril de petróleo estava ainda bem longe dos US$ 140 a que chegou depois. E neste período não repassamos este valor. Acumulamos uma perda que ainda está sendo compensada", disse. Nas matérias veiculadas aqui, já ficou comprovado que o período de perdas não chegou a dois meses, tempo em que o barril de petróleo subiu, voltou aos níveis de maio, data do aumento, para logo em seguida, sofrer quedas constantes até o patamar dos U$ 50 o barril de hoje, U$ 60 abaixo da cotação de maio de 2008. Nenhum agiota siciliano exigiria tantas compensações por algum benefício monetário. A Petrobrás está impondo oito meses para recuperar perdas de menos de dois meses e com margens significativamente superiores às perdas.


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terça-feira, 21 de abril de 2009

Explicações ao Povo Brasileiro


Diante dos fatos citados abaixo, o governo teve que se manifestar, vêz por outra.
Acompanhe algumas declarações recentes publicadas na imprensa nacional.

Sem mencionar a auto suficiência, "O Brasil é o único país que, em meio à crise, não baixou juros nem preço da gasolina" Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

"A diferença de preços na Brasil está na casa dos 59% para a gasolina e 40% para o diesel acima da média mundial". Nelson Rodrigues de Mattos, do Banco do Brasil Investimentos (BBI)

"Estamos em um processo de recuperação de perdas. Esta recuperação será demorada, mantidos os atuais parâmetros"
José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, 20/03/2009, sem nunca ter informado o valor das "perdas"

"Não há esse posicionamento da Petrobrás" disse Dilma Rousseff no dia seguinte, desmentindo o presidente da estatal. Dilma, que também é presidente do Conselho da Petrobrás, negou que a empresa está mantendo os preços elevados com o objetivo de recuperar perdas. 21/03/2009

Afinal, a ministra Dilma Roussef está certa. É uma grande mentira mencionar alguma perda à esta altura dos fatos. Quando a Petrobras promoveu o último aumento de preços, o barril rondava os US$ 115. A partir daí, foram apenas dois meses de perdas, período em que o barril chegou a U$ 147 e caiu para menos de U$ 100. As perdas alegadas pela estatal são da ordem de U$ 1.5 bilhão, de acordo com estimativas do mercado. Analistas calculam que estas perdas foram recuperadas ainda entre outubro e novembro do ano passado, quando o petróleo atingiu a casa dos U$ 40 e vem se mantendo estável desde então. Ou seja, A petrobrás atuou menos de dois meses (julho e agosto) com o barril de petróleo U$ 32 acima de suas metas e dois meses (outubro e novembro) com o barril U$ 75 abaixo. Tempo mas que suficiente para recuperar as perdas alegadas.

"O preço não vai baixar porque não subiu", José Sérgio Garbiellli, no senado, omitindo o aumento no dia 30 de maio do ano passado de 10% para a gasolina e 15% para o diesel, por ocasião da alta do petróleo no mercado externo.

"Se alguém quiser gasolina por um preço melhor, vá comprar lá fora!”. José Sérgio Gabrielli.

"Baixar preços dos combustíveis é uma tarefa complicada". Dilma Roussef.

"Não dá pra baixar os preços dos combustíveis porque a Petrobras contribui muito com o superávit primário do governo" Presidente Lula 27/03/2009.

"A Petrobras deixa de contribuir para o superávit primário do governo federal a partir de hoje". Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo 14/04/2009.

"A gasolina no Brasil é mais barata que água" - José Sérgio Gabrielli 24/03/2009.

"A Pterobrás não sofre pressão alguma". José Sérgio Gabrielli, sobre a pressão dos coaminhoneiros para baixar o preço do diesel. 15/04/2009

"Não vendemos combustíveis para caminhoneiros, mas sim para as distribuidoras". José Sérgio Gabrielli, 15/04/2009

"Realmente, o preço do diesel está impactando demais a economia. Já está na hora de a Petrobrás mexer nesse valor" Dilma Roussef para os caminhoneiros 15/04/2009

"Precisamos reduzir o preço dos combustíveis" Presidente Lula

"Tudo isso é tema que está sendo pensado. Nós precisamos reduzir. Todo mundo sabe disso, a Petrobras sabe disso". Lula, sobre os altos preços dos combustíveis no Brasil.

"Não podemos calçar um santo e descalçar o outro". o presidente foi bastante claro sobre quem deve ser favorecido: o consumidor que continue financiando os projetos de compra de votos do governo, através de programas sociais fajutos.

"Os interesses dos acionistas da Petrobras estão sempre em primeiro lugar" José Sérgio Gabrielli. 17/04/2009

"Os investidores nunca devem ser prejudicados por uma ou outra decisão, seja do acionista majoritário, o governo, seja da direção da empresa". José Sérgio Gabrielli, sobre uma possível redução nos preços dos combustíveis. 17/04/2009

"No mercado financeiro existem movimentos para a privatização. Eu fui diretor financeiro durante 2 anos, fiz, literalmente, centenas de reuniões com o mercado financeiro e ouvi várias propostas aqui. Do mercado, não do governo". José Sérgio Gabrielli.

Apesar dos absurdos destacados acima, o governo imagina que o brasileiro não se importa em pagar a gasolina mais cara do mundo. Afinal, a conexão com a internet aqui é a mais lenta e mais cara do mundo e todos pagam sem reclamar. De mesmo modo, os brasileiros pobres, remediados e ricos pagam as tarifas de telefonias fixa e móvel mais caras do mundo. Temos também os automóveis mais caros do mundo. O brasileiro, por exemplo, não se importa de pagar por um Fiat Uno o mesmo que o americano paga por Honda Civic ou Toyota Corolla. Sem contar os eletrônicos mais caros do mundo, os impostos mais caros do mundo. etc. Por outro lado, é possível imaginar que o brasileiro tem a seu dispor os melhores serviços do mundo nas áreas de sáude, educação, segurança pública, infra-estrutura, saneamento básico, etc.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

A absoluta falta de escrúpulos do governo


A sociedade precisa exercer pressão contínua contra o governo em favor da queda dos preços dos combustíveis no Brasil. Este é o único país auto suficiente do mundo onde a população não se beneficia de suas riquezas naturais. Ao contrário, o povo é explorado por pessoas inescrupulosas que visam apenas o lucro e a promoção pessoal a qualquer custo. A começar pelo presidente Lula, que sustenta a política mercantilista defendida com truculência pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. O mesmo defendeu ontem os interesses dos acionistas, em detrimento do interesse soberano da população, durante o Fórum Econômico Mundial. Em entrevista ao Jornal Nacional, o presidente da estatal disse "que os interesses dos acionistas da Petrobras estão sempre em primeiro lugar" e que eles nunca devem ser prejudicados por uma ou outra decisão, seja do acionista majoritário, o governo, seja da direção da empresa. Cabe lembrar que o governo detém 32 % das ações da empresa. Outros 68 % estão nas mãos de acionistas, sendo que 44% desse total, nas mãos de investidores estrangeiros como George Soros. Todos lucram com a manutenção dos preços altos no mercado interno, menos o brasileiro comum, o verdadeiro proprietário das riquezas naturais.

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Palavras ao vento

“A decisão nunca é só política ou só econômica. As duas coisas sempre influenciam quando você tem uma empresa que produz 99,9% dos combustíveis do País. Então, é evidente que essa empresa não pode pensar só e exclusivamente do ponto de vista empresarial porque os impactos dela são macroeconômicos”, disse o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, durante o Fórum Econômico Mundial para a América Latina, hoje no Rio de Janeiro.

Brilhante o raciocínio de Gabrielli, inclusive ao reconhecer o monopólio da estatal. Entretanto, a opinião do maior interessado nesta questão, o consumidor, não é levada em conta. O presidente da empresa também se esqueceu de avaliar os aspectos morais e éticos ao negligenciar os benefícios da queda dos preços no exterior ao consumidor brasileiro. A política da estatal e do governo é literalmente anti-ética e imoral. O consumidor, além de lesado e indefeso, ainda tem que lidar com declarações cretinas dos representantes do governo.

"Precisamos reduzir o preço dos combustíveis, admite Lula"
Estão todos sabendo disso desde setembro de 2008 e vem empurrando a solução com argumentos vazios. Agem inescrupulosamente, ignorando as leis de mercado, num oportunismo digno de bandidos.

"Tudo isso é tema que está sendo pensado. Nós precisamos reduzir. Todo mundo sabe disso, a Petrobras sabe disso, mas precisamos compatibilizar para ver o que vai acontecer com os Estados que, nessa época de crise, perderão muito ICMS", declarou Lula, ignorando completamente os interesses do consumidor, o maior prejudicado até aqui.
"Não podemos calçar um santo e descalçar o outro. Precisamos, mesmo que seja um sapato mais humilde, dar um para cada um para que todo mundo possa calçar", concluiu Lula com esta metáfora ridícula, dando a entender que pretende postergar a decisão por mais tempo, insistindo na postura imoral e antiética adotada até o momento.
Veja a matéria aqui
E aqui.

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Excluída do superávit primário, Petrobras terá R$ 15 bilhões extras


Mais uma estranha contradição do governo.
Novas e estranhas mudanças nas regras do jogo apontam para manobras não muito claras e são motivos para novas suspeitas. Quem tem acompanhado a novela do preço dos combustíveis no Brasil nos últimos tempos conhece pelo menos algumas das contradições do governo e direção da Petrobrás. Ao tentarem justificar os motivos por não baixar os preços no mercado interno de acorodo com a monstruosa queda nas cotações do petróleo no exterior, o governo e equipe econômica se envolvem em um emaranhado de mentiras e artifícios para a explorar a boa fé do povo brasileiro.
Agora é a vez dos argumentos alegado pelo presidente Lula caírem por terra. Apenas quinze dias após afirmar que "Não baixa os preços dos combustíveis porque a Petrobras contribui muito com o superávit primário do governo", a estatal deixa de ter a obrigação de cumprir com estas metas". Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, a Petrobras deixará de contribuir para o cumprimento das metas fiscais do governo federal a partir deste ano.
O presidente da Petrobrás não pareceu surpreso com a sáida da Estatal da conta do superávit primário. Apesar dos R$ 15 bilhões extras, Sérgio Gabrielli fêz pouco ao afirmou ontem no Rio: "a medida não vai alterar os investimentos previstos pela empresa em seu planode negócios para o período de 2009 a 2013, que envolve cerca de US$ 174,4 bilhões".
Vindo de Gabrielli, nada parece surpreendente. Basta lembrar que para investidores, o presidente da Petrobrás fala que acredita que os preçosdo petróleo permanecerão estáveis ao longo deste ano. Para o consumidor, afirma quenão vai baixar os preços por causa da volatilidade do mercado. Em outro momento, alega que vai manter os preços altos para recuperar perdas do passado, sem jamais informar o montante destas "perdas". Ao mesmo tempo, a ministra-chefe da Casa Civil nega que esta seja a política da Petrobrás. Estão lesando o brasileiro sem sequer tomarem o cuidado de combinar tudo direitinho antes.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Arrogãncia de Gabrielli e Dilma Roussef


Apesar da situação gritante da queda do petróleo no mercado externo, o presidente da Petrobrás alegou nesta quinta feira que "quem dita uma possível redução nos preços dos combustíveis é o mercado externo" O que está faltando para que ele e o governo percebam que um barril de petróleo de U$ 147 não é a mesma coisa que um de U$ 48?
Sobre as reivindicações dos caminhoneiros para que baixem o preço do diesel (58% acima da média mundial), Gabrielli afirmou cinicamente que "a Petrobrás não sofre pressão alguma". Será que ele se esqueceu que a Petrobrás detém praticamente o monopólio do refino e distribuição do combustível no país? O presidente da estatal ainda foi arrogante: "não vendemos combustíveis para caminhoneiros, mas sim para as distribuidoras".
Não acabou ainda. Completamente alheio aos interesses do consumidor, Gabrielli ainda faz pouco da inteligência alheia. Segundo ele, "a Petrobrás não reajusta os preços olhando o valor do presente, mas sim do futuro" Será que ele achou uma bola de cristal enquanto perfurava as reservas do pré-sal ou é mesmo pura cara de pau?
Veja a matéria aqui.

Caminhoneiros endividados precisam se humilhar para que o governo lhes garanta um direito legítimo.
Representantes da categoria se reuniram com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, reivindicando uma redução de pelo menos 30% no preço do óleo diesel. "Realmente, o preço do diesel está impactando demais a economia. Já está na hora de a Petrobrás mexer nesse valor", concordou a pré-candidata à presidência, que também é presidente do Conselho da Petrobrás.
Apesar da realidade do mercado, a ministra ainda demonstrou relutância em ceder aos apelos dos caminhoneiros. "Trinta por cento não dá, mas vamos ver o que é possível fazer" Começou a barganhar, apesar de estar cansada de saber que 60% do preço do diesel no Brasil ficam com a Petrobrás e suas distribuidoras. Ainda empurrou mais um pouco a situação com a barriga, a exemplo de Lula e Gabrielli: "Não garanto que seja agora, este mês, mas quem sabe no mês que vem, mas vai ter de mexer nesse preço" completou. Na verdade, o governo pretendia reduzir os preços apenas no ano que vem, visando "lucrar" com os preços altos por mais tempo e depois "lucrar" eleitoralmente com a tardia redução dos preços.
Veja a matéria aqui

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Silêncio Sobre as Reservas do Pré-Sal

Um tema que deveria estar sendo amplamente discutido pela sociedade permanece restrito ao governo e mercado. A população, o maior interessado, permanece alheia à este importante debate. Ao mesmo tempo, as informações sobre a evolução do assunto não são divulgadas como deveriam. O cluster de Tupi pode conter reservas da ordem de 100 a 300 bilhões de barris, o que pode levar o Brasil à condição de maior produtor mundial.
Assim é possivel entender a declaração de Barack Obama: Lula é o cara!
"O que Lula não pode fazer, como já se fala nos bastidores, é entregar o pré-sal aos EUA através de contratos de concessão para produção, alegando efeitos da crise financeira internacional".
Veja a matéria aqui.

O momento exige atenção redobrada da população para a questão. A política de capitalização da Petrobrás, através da manutenção dos preços altos dos combustíveis, pode ser uma estratégia do governo para a realizaçãode novos leilões enovlendo as novas reservas de petróleo. A direção da Petrobrás permanecia contrária à criação de uma nova estatal para gerir os bilhões de barris estimados do pré-sal. Estas reservas pertencem ao povo brasileiro e não podem servir apenas para atender aos interesses do mercado. Atualmente, sete blocos do pré-sal já foram leiloados. Em seis a Petrobras é majoritária. No sétimo, a Exxon é a que detém maior participação. Em volta desses campos, as áreas ainda são da União.
Em outubro do ano passado, o senador Aloízio Mercadante deixou vazar argumentos que corroboram para suspeitas palacianas: Descapitalização da Petrobrás- De acordo com Mercadante, o governo está inclinado a não leiloar no curto prazo esses demais blocos para evitar descapitalizar a Petrobras, já que, para ela disputar essas novas áreas, teria que desviar recursos destinados hoje para investimentos.
"Eleitoralmente, seria até interessante, o governo arrecadaria recursos com os leilões para gastar agora, mas assim estaríamos prejudicando a Petrobras, que ficaria descapitalizada", disse Mercadante.

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sábado, 11 de abril de 2009

Mistério: qual seria o valor das perdas alegadas pela Petrobras?

video

Enquanto isso, o governo americano estima que o preço médio da gasolina permaneça na casa de US$ 1, 96 por galão (3,75 litros), sem álcool, ao longo de 2009.
Quanto dá isso em reais? Bem, US$ 1,96 = RS$ 2,21, em 6/4/09. Isso, dividido por 3,75 litros dá um custo por litro, nos EUA, de US$ 0,52, ou R$ 1,16. Aí, descontem-se os 12% a mais referentes à diferença de octanagem: R$ 1,13. Tem, ainda, os 25% de álcool adicionados, que custam R$ 1,29. Resultado: o custo da gasolina deveria ser R$ 1,16, na bomba. Isso se o governo brasileiro respeitasse as regras de livre mercado. (dolar em 13/04: R$ 2.16)

Veja a matéria aqui.

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Situação Surreal: Presidente da Petrobras volta a descartar queda no preço da gasolina

Gasolina no Brasil a preço de país de primeiro mundo.
(onde não se produz uma gota de petróleo).
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Apesar da estabilidade dos preços do petróleo no mercado internacional, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli insiste em desafiar o bom senso coletivo. A situação absurda começa a ganhar manchetes na imprensa mundial. Analistas estrangeiros não conseguem compreender a lógica perversa da política de preços do governo brasileiro, que beneficia apenas os cofres da estatal e o bolso dos acionistas. Apesar da produção de petróleo ter registrado constantes altas no país e a realidade dos preços baixos e estáveis do petróleo nos mercados internacionais, os preços da gasolina e do diesel no Brasil são mantidos como os mais elevados do mundo, avaliam os analistas. Uma situação como esta não seria sustentável em nenhum lugar do planeta. Haveriam fortes protestos e manifestações gigantescas contra o abuso nos preços praticados pelo governo. No caso do Brasil, não é possível avaliar se a população local é mesmo dócil ou indiferente em relação à exploração sofrida, graças à conivência dos meios de comunicação. A única coisa que se pode afirmar categoricamente diz respeito à ganância e má fé daqueles que impõem tamanha injustiça os verdadeiros donos da riqueza.
Mais detalhes, clique aqui
E Aqui.

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domingo, 5 de abril de 2009

Lula, Lobão e Gabrielli comemoram lucro fácil


Vão continuar empurrando os preços com a barriga!!!

O trio comemora mais uma façanha com o dinheiro do trabalhador (e do desempregado).
Nem mesmo o alto índice de demissões no país parece sensibilizar o governo na questão dos preços dos combustíveis. É sabido o impacto destes preços em toda a cadeia produtiva e que a redução nos preços agora minimizaria bastante os efeitos da crise no mercado interno. Mas o governo prefere manter a política gananciosa do lucro fácil a ter que encarar estes fatos. Parecem não se contentarem com o lucro líquido de R$ 33 bilhões no ano passado, que por sua vez foi 58% maior que o do ano anterior. Apenas os acionistas, o caixa do governo e o caixa da estatal se beneficiam dos resultados da atual política de preços mantida pelo Presidente Lula, o Ministro das Minas e Energia, Edison Lobão e o presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli. Este anunciou ontem que a estatal não precisará captar U$ 4.5 bilhões que estavam previstos para este ano, por conta da "folga" nos lucros. O negócio tá bom pra eles mesmo. No plano de negócios da companhia, os cálculos de investimentos, custos e financiamentos foram realizados com base em um barril a US$ 37 médios, que, nas contas da estatal, garantiriam fluxo de caixa de US$ 10 bilhões este ano. Enquanto isso, a empresa mantém os preços do ano passado no mercado interno, ignorando a forte queda da commodity, que há absurdos dez meses caiu de U$ 147 para a média dos U$ 40 atuais. Isso sem considerar os custos de produção da estatal, na casa de U$ 14 por barril. Deixar de repassar essa queda para o consumidor parece mesmo um crime. Uma grande covardia para com o trabalhador. Tanto que a pergunta agora não é mais quando a gasolina vai baixar, mas sim quando e como o governo e a Petrobrás pretendem devolver o dinheiro que estão tirando do bolso dos trabalhadores.

Clique aqui para ver a notícia.

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sábado, 4 de abril de 2009

Mar de Lama

A questão dos preços altos dos combustíveis parece estar servindo apenas para desviar o foco de outros graves problemas no governo e na direção da Petrobrás. A começar pelo diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Victor Martins, irmão do ministro da Propaganda de Lula, Franklin Martins. O diretor da ANP está sendo investigado pela Polícia Federal como suspeito da chefiar um esquema de desvio de R$ 1.3 bilhões da Petrobrás. Ele e sua esposa são ainda proprietários de uma pequena consultoria em Vitória, E.S, cujo contrato com prefeituras como a de Vila Velha lhe rendeu R$ 270 mil só em 2007. A Análise Consultoria e Desenvolvimento LTDA presta um tipo de serviço interessante: dá dicas de como aumentar recebimento de royalties do petróleo para os municípios e ensina como incluir outros municípios. Será que alguém está se beneficiando de informações privilegiadas? O diretor da ANP apresentou uma conta SC (se colar) de R$ 1.3 milhões em royalties a Petrobrás, sendo que deste total, R$ 260 milhões seriam pagos à sua empresa a titulo de honorários. É bom lembrar que não se sabe como ficou a situação dos treze presos pela PF na Operação águas Profundas, acusados de superfaturar contratos com a Petrobrás. Desta operação surgiram novos indícios de irregularidades, de onde se originou a Operação Royalties, que antes de começar a efetuar as prisões foi desmantelada. Alguns delegados foram promovidos, outros transferidos e não se fala mais nisso.
Clique aqui para ver o SC (se colar).

Enquanto isso, veja no gráfico abaixo a evolução dos preços dos
combustíveis no Brasil, em comparação a Europa e EUA.

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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Fazendo graça por conta da indiferença dos brasileiros.


Os acionistas festejam os lucros, a Petrobrás faz planos com o dinheiro do povo e o governo sustenta o superávit explorando a boa fé do brasileiro. O negócio está tão bom que o presidente resolveu se promover no exterior, à custa do trabalhador. Lula prometeu liberar o dinheiro público para o FMI, para que o fundo possa emprestar a países pobres, para que possam melhorar suas escolas, hospitais e estradas. "Você não acha chique o Brasil emprestar dinheiro para o FMI?", ironizou Lula em entrevista.

Veja aqui.

Apesar da estabilidade nos preços do petróelo estar se mantendo na casa dos U$ 50 o barril, o presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli voltou a descartar a possibilidade de reduzir os preços no mercado interno. O presidente da estatal voltou a alegar que não baixou os preços quando o barril atingiu U$ 140, ignorando que este patamar de preço não durou nem um mês. Por este motivo, afirmou que não vai baixar agora em virtude da "enorme volatilidade".
Enquanto isso, uma alternativa vem sendo estudada, caso a situação se torne insustentável e a Petrobrás seja forçada a rever os preços em virtude da realidade do mercado. O governo avalia a possibilidade de aumentar a CIDE (contribuição de intervenção do domínio econômico). Assim, os preços dos combustíveis permaneceriam do mesmo jeito que estão. Só de pirraça.
Veja aqui.

Acompanhe nos gráficos abaixo a farsa nos argumentos da direção da Petrobrás para os preços no mercado interno e como se comportam os preços no mercado americano.

Comportamento dos preços no mercado interno

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Comportamento dos preços no mercado americano

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